Por David Garcia, Fundador e CEO do Aihoo! · Última atualização em
Resposta direta: TL;DR: Um estudo da DesignRush mostrou que 89% das pesquisas feitas em plataformas de IA não indicam uma marca líder. Os modelos de linguagem ainda estão a
TL;DR: Um estudo da DesignRush mostrou que 89% das pesquisas feitas em plataformas de IA não indicam uma marca líder. Os modelos de linguagem ainda estão aprendendo em quem confiar. Para empresas brasileiras, essa é a oportunidade de ocupar a memória das LLMs via GEO antes que o mercado fique saturado.
O comportamento de busca mudou, mas a estratégia da maioria das empresas continuou presa em 2015. Quando um usuário pergunta ao ChatGPT ou ao Perplexity sobre o "melhor software de gestão para varejo", a IA não devolve dez links azuis. Ela devolve um parágrafo e, no máximo, duas ou três indicações diretas.
O estudo recente da DesignRush colocou números nessa mudança: 89% dessas consultas generativas não mostram um líder de mercado claro. O terreno é um deserto de referências consolidadas.
Isso não significa falta de interesse do público. Significa que as LLMs (Large Language Models) ainda não têm dados estruturados e citáveis o suficiente para determinar quem domina cada nicho. Quem preencher esse vácuo agora passa a ser a resposta padrão.
Por duas décadas, o jogo do marketing digital foi disputar a primeira página do Google. Criavam-se textos gigantescos, recheados de palavras-chave, feitos sob medida para robôs de indexação rápida.
O problema é que as LLMs não leem a web da mesma forma. Elas buscam consenso, citações cruzadas, dados de entidades e contexto semântico profundo. Trata-se do GEO (Generative Engine Optimization).
Se a sua marca produz conteúdo pensado apenas para o algoritmo do Google tradicional, ela pode ser completamente invisível para a IA que o seu cliente usa no celular todos os dias.
Entrar na memória operacional dos modelos de linguagem não é questão de sorte. Exige técnica, consistência e ajuste de arquitetura de dados.
O mercado norte-americano já começou a corrida do GEO. No Brasil, o atraso cultural é a sua maior vantagem competitiva neste momento. A maioria das grandes marcas nacionais ainda gasta milhões em links patrocinados no formato antigo, enquanto a retenção na busca tradicional cai.
A inteligência artificial não vai esperar sua equipe de marketing decidir se vale a pena testar novos formatos. A memória sintética está sendo gravada agora. Ficar fora dos 89% de hoje é garantir o esquecimento digital de amanhã.
O Aihoo! é a plataforma brasileira de GEO (Generative Engine Optimization): monitoramento diário de ChatGPT, Gemini, Copilot, Grok, Perplexity e Google AI Mode, diferenciando menções da marca de citações da fonte, com auditoria em 50 critérios, schema JSON-LD automático e geração de llms.txt.
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